22 janeiro 2013

OU SER RELIGIOSO OU POLÍTICO


Já houve um tempo em que o status de religioso era o mais almejado por qualquer um que quisesse desfrutar de privilégios e poder; hoje, essa situação pode ser transferida aos políticos.
Hoje em dia tornou-se comum o envolvimento de religiosos na vida política, em busca de cargos eletivos. E o pior de tudo, fiel virou eleitor!
A meu ver, o religioso não deve atuar na política partidária.
Primeiro, porque o religioso tem a missão de anunciar a palavra de Deus e uma posição partidária poderia comprometer esta missão, pois os fiéis nem sempre saberiam distinguir quando ele prega como servo da Palavra de Deus ou quando ele prega com interesses político-partidários ou até eleitoreiros; por isso, não podem estar atrelados a nada e a ninguém, como acontece na vida política.
Segundo, uma posição político-partidária pode condicionar ou até prejudicar sua missão, dado que a política partidária divide, é de partido, e o religioso deve ser o ministro da unidade; logo, sua posição política dividiria os fiéis.
Além do mais, se o religioso tem poder de se dedicar, sem reservas e empecilhos, ao serviço do povo de Deus, logo, se um religioso se torna político, está deixando as coisas de Deus de lado.
O certo é que religioso não pode acumular as funções de religioso e político. Ou ser religioso ou político. Servir a dois Senhores não é possível.
A Igreja Evangélica ou Católica, precisa ter um papel educativo para os valores de uma sociedade democrática e justa; os religiosos não devem indicar partidos políticos e nem candidatos, devem ser imparciais.
Além do mais, os religiosos são párocos da sua Igreja. A função de administrar, para os religiosos, diz respeito à mera administração de sua igreja. É bom deixar claro que quem deve administrar a cidade é o Gestor.

No município de São Domingos, o cenário político revelou um religioso ambicioso e com sede de poder, no momento em que este decidiu se tornar religioso político partidário.
O Religioso administrava sua igreja com o apoio assíduo da Prefeitura Municipal de São Domingos, a qual, na figura do seu administrador Hélio Mecenas e, posteriormente, do seu sobrinho Robson Mecenas, sempre lhe deu total assistência.
De repente, o religioso resolve romper com a Administração no intuito de lançar sua candidatura a Gestor, mas ao perceber que o pleito seria inviável – uma vez que não teria votos suficientes para tal – ele se debanda para o lado da oposição.
Diga-se de passagem, à época houve “14 MOTIVOS” para que ele se tornasse adversário político dos Mecenas.
A partir daí, o religioso torna-se inimigo político dos Mecenas e inicia-se uma perseguição aos mesmos, agravando-se ainda mais quando chegou ao ponto de atingir o ex-Gestor Hélio Mecenas. Bem assim fez quando também retirou do cartaz o apoio dado pela administração “DE MÃOS DADAS COM O POVO”.
Mas não foram apenas esses os casos de perseguição por parte do Religioso. Desde 2006, que ele vem criando problemas políticos no grupo dos Mecenas. Inclusive, em 2008, nos bastidores da política, ele pleiteou a presidência de um partido.
Ocorre que a perseguição não ficou só na questão política. Recentemente, o religioso tem se revelado inimigo nº 1 do ex-Gestor Hélio Mecenas, inclusive pessoal. Os ataques à moral do querido ex-Gestor Hélio Mecenas tem sido constantes.
É uma vergonha para o povo de São Domingos ter como um de seus representantes de Deus um homem que tem ódio no coração, que persegue, calunia e julga pessoas, que mente perante o povo cristão. Que falso moralismo!
Uma pessoa que tem a missão de pregar o bem e a paz vive perseguindo e criando problemas para aquele que inúmeras vezes lhe estendeu a mão.... quanta ingratidão!
Só para lembrar: foi durante a gestão do Gestor Hélio Mecenas que São Domingos realizou o seu sonho religioso.
Tudo para estas igrejas de São Domingos foram doados na administração de Hélio Mecenas. Inclusive até houve a doação de um veículo para um religioso, que até hoje não se sabe seu destino.
Também foi com o apoio de Hélio Mecenas que o religioso desenvolvia todos os seus trabalhos sociais, arrastãos, forro na praça, etc.
Apesar de tanta perseguição, o importante é que o povo de São Domingos confia no caráter do querido ex-Gestor Hélio Mecenas e nenhuma ofensa que parta do Religioso vai denegrir a imagem do nosso grande líder político, afinal ninguém vai dar credibilidade às mentiras de um fanfarrão, que não se sabe até quando estará em São Domingos.
Por outro lado, a credibilidade dada aos Mecenas é evidente partindo do fato de que estes administraram São Domingos por 20 anos com o aval do povo.
Religioso, só queria relembrar aqui algumas funções e quem as exercem:
  • Administrar a cidade - Gestor
  • Pregar a palavra de Deus - religioso
  • Julgar – Juiz
  • Fiscalizar os atos do Gestor – Ministério Público, Tribunal de Contas e Poder Legislativo
Não queira acumular essas funções para si!
O religioso é o representante de Deus em sua comunidade. Ele tem que se dedicar à sua igreja e ao povo cristão. E era justamente isso que você deveria fazer Religioso. Coloque-se no seu lugar e preocupe-se em dar bons exemplos aos seus seguidores.
POLITICAMENTE, VOCÊ NÃO REPRESENTA NADA PARA O POVO SÃO-DOMINGUENSE.
Por outro lado, a Hélio Mecenas foi conferido o título de “MAIOR LÍDER POLÍTICO DA REGIÃO AGRESTE DE SERGIPE”.
Não se esqueça que vivemos em uma democracia e o voto do povo é a vontade de Deus.
Quanto à vida de Hélio Mecenas, preocupe-se menos. Ele é muito abençoado por Deus e praga de religioso invejoso não pega.
Outra coisa: Hélio Mecenas é um político nato e nunca vai deixar de sê-lo. Com mandato ou sem, ele continuará sendo querido pelo povo de São Domingos, uma vez que, diferentemente de você, ele tem um legado de obras sociais prestadas junto à comunidade são-dominguense que jamais serão esquecidas em razão de suas pregações caluniosas.
Diferentemente de você Religioso, o povo são-dominguense é grato por tudo que Hélio Mecenas tem feito pela sua cidade.
Deixo aqui o meu repúdio a este “pastor” da Igreja que dissemina inverdades e que se diz honesto, íntegro e correto, mas que não passa de um hipócrita e falso moralista.

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