12 maio 2008

O Brasil de LULA e DEDA no vermelho


Conta corrente é sempre igual: a sua, a do boteco da esquina ou a de um país.
Quando o que entra no caixa não cobre as despesas, há déficit. Passa-se, então, ao vermelho. Para não quebrar, alguém precisa continuar financiando o rombo. Essa é a situação do Brasil há dois meses. Depois de um longo período (desde o último ano de FHC, em 2002), o país voltou ao vermelho nas suas transações com o resto do mundo.
Para 2008, a previsão é que o buraco nas contas externas chegue a US$ 23,4 bilhões. No ano que vem, pode ir a US$ 27 bilhões. Como comparação, no melhor ano do governo Lula para este indicador (2005) houve um superávit nas transações do Brasil com o resto do mundo de US$ 14 bilhões.

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